Como pode doer tanto assim’!?

Ele chegou, encantou. Fez tudo que podia, até me envolver completamente, até eu me apaixonar por ele. Porque ele me levou lá no alto, nas nuvens, nos sonhos.
Para que quando eu já estivesse lá no alto do castelo, ele tirasse o meu chão, caisse com toda força, toda aquela dor, caisse ao chão. Ele me deu o mundo, para logo depois tirar ele de mim.
Caida no chão eu fiquei, sem rumo, sem foco. Sem saber o que fazer ou o que agir. Sem saber o que pensar, ou como continuar.
O que dizer as pessoas, toda vez que ouvia o nome dele, chorava, coração acelerava, de amor, de dor.
Eu via, via ele ali na minha frente, e não podia fazer nada. Não podia, toca – lo, abraça – lo. Aquele abraço que um dia foi tão meu, foi tão bom, tão sonho. E eu não podia mais, não me pertencia mais.
Ficava presa dentro de mim, o que mais queria naquele momento, era correr em teus braços, dizer que te amava, que te queria, que te desejava. Não podia, não podia.
Então, eu ficava só imaginando, eu via você, e ficava só imaginando, nós dois juntos novamente. O que me trazia mais dor, porque depois que eu voltava do meu sonho, e a realidade batia a minha porta, eu constatava, que nada disso tinha acontecido. Que você ainda estava ali na minha frente, e eu continuava sem poder fazer nada.
Então a dor batia forte, eu saia correndo dali. E naquele exato instante, as lagrimas rolavam, eu queria, mas não consegui, não podia controlar. Eu não queria que você me visse, não queria que visse minhas lágrimas. Queria ser forte, mas não consegui. Mais forte que eu era dor, eram as lágrimas. Meu coração chorava, esbravejava de dor aqui dentro, não conseguia controlar ou segurar o que estava sentindo.
Eu sempre fui muito forte, muito intensa. E o meu amor não ia ser diferente, o que eu sentia por você era sim muito forte. Por isso não conseguia aguentar.
Quando te via, meu eu desabava. O mundo caindo dentro de mim, um onda de dor e desejo, amor. Todo o meu corpo gritando aqui dentro, e eu tinha que abrir um sorriso, e lhe dar um OI, ver você passar por mim. E como se fosse a coisa mais normal do mundo, te deixar ir embora, agir como se nunca tivesse acontecido nada. Como se toda aquela nossa paixão, o nosso sonho de amor eterno, nunca tivesse existido.
Era o que mais me doía, sentia. Que você, lidava com tudo isso, com a maior calma que eu ja tinha visto. Calma ( risos. ) uma coisa que eu nunca consegui, ser a calma. Eu sempre fui tempestade, intensidade.
Você era, muito pelo contrário. Calmaria que ele só. Nem sentia, nem falta fazia, era o que parecia.
Ele me deu o mundo, para depois tira – lo de mim. Para me deixar apaixonada, e machucada. Me perguntando, como podia doer tanto assim ‘!?
luas kdb

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