El Príncipe Sapo, e a coleção de dores que ele me deixou …

O tanto amor que ele sentia, não foi suficiente para ficar … Preferiu partir, assim sem avisar … Da maneira mais covarde, me deixou aqui, gritando de dor pelo corpo inteiro. E dias eu fiquei, gritando de dor, gritando de amor aqui dentro. Chorei, em ver o meu amor pisado, maltratado assim. Chorei, vendo que um dia quem tanto foi sonho, foi príncipe, hoje era um sapo. El Príncipe Sapo Vagabundo. Meu sonho encantado, virou pesadelo da vida real, mais uma dor que eu tanto temia, mais uma dor que eu tanto sentia, para se juntar a pasta catalogada que eu tenho aqui no coração. De decepção, tenho muitas, nossa; Senta aí, cê vai cansar de ouvir. É cada história, cada memória, tão ruim de lembrar. Hoje, com o tempo que passou, já não doem mais tanto, mas um dia. Ah, um dia doeram tanto, que achei que nunca ia me levantar, que essa dor nunca ia passar. Que como ele, outro nunca ia amar. Dá primeira vez, eu errei com você não é meu amor? O tanto que eu te amava, mas não consegui falar. O medo de demonstrar, de machucar novamente o coração coitado, que já é tão machucado. Não me deixou, dizer, nem compreender o que ele pedia. Eu temia, que se desse o meu amor, e com o tempo fugia … como tantos outros fizeram. E aí não seria aquela dor, aquele amor. Seria mais uma para o catalogo, mas uma para a estante de decepções que tenho guardada a sete chaves. E mais uma, eu não iria aguentar. É que, cada vez que um pedacinho se parte, não é sé ele que eu tenho que juntar. Preciso juntar o coração inteiro, ele se parte. E dor demais, amor demais jogado fora. Ele é tão medroso coitado, que não resiste a uma batida. Ao primeiro vento, ele cai no chão, e então lá vai eu, outra vez, juntar os cacos do coração; as lágrima da decepção. De ter achado que dessa vez ia dar certo, que agora tinha encontrado meu príncipe encantado. Que nada, era só mais uma decepção disfarçada, vindo a caminho por aí … E a cada destruído amor, a cada dor o trauma vai aumentando. O medo, vem se sentando ao meu lado, e não me deixa tentar, me entregar de verdade. Não consigo, ele tá sempre ali, pairando a cabeça, o coração. Mas então, voltando a você, El Príncipe Sapo. Eu achei que em você podia confiar, achei que você , eu podia amar. Sem dor, sem choro, decepção, sem pancada no coração. E então dessa vez, eu decidi lhe mostrar, te contar o tanto que eu sentia, que ocultei por tanto tempo. O que eu não sabia, é que esse mesmo tempo, serviu para lhe mudar. Que o meu doce príncipe que um dia tanto amei, e que ainda tanto amava. Tinha virado, sapo, vagabundo cruel, que nem se importava. Com o que eu sentia, em quanta lágrima rolava. Nenhuma importância fazia, da dor que trazia aqui no peito. E foi esbravejando de dor aqui dentro, que eu tive que aceitar, que ele não ia voltar. Que tinha ido embora. vou te confessar, o coração não aceitou ainda. Mas a mente sim, e acredite, ele implora a ele todos os dias para que isso aconteça, que ele finalmente esqueça, o príncipe sapo que um dia o fez tão mal. Mas o coração, danado como é, iludido. Um completo bobo apaixonado, ainda te quer do meu lado. Só que, ao longo do tempo sabe meu príncipe, eu aprendi a não ouvir mais o coração, a sufocar o que sinto. Sofro eu não minto. Mas isso não importa, não mais. esse sentimento vai embora, partir sem hora para voltar . . . Vou me livrar de tudo que há de você aqui dentro …

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