Que asco, grande carrasco!

Ele não me amava, talvez nunca amou. Só queria me prender, usou. Usou meu sentimento para encher seu ego. Eu era um brinquedo nas mãos dele. É claro, ele sabia tudo que sentia, que se fizesse um pouco, de novo eu me apaixonaria. E foi com isso que ele contou quando me falou meia duzias de asneiras, mentiras ao ouvidos; Iludiu, mentiu, e depois sumiu, da pior forma. Da forma mais covarde. Desconfio, que nunca amou ninguém. Alias, amou sim, só a ele mesmo. Joga com as pessoas como se fosse peças de xadrez, do seu joguinho ridículo da vaidade. Eu aqui, feito uma boba. Achando que tudo ia voltar ao normal, que o sonho ia ser sonho tão grande com foi um dia. E ele lá, rindo do meu amor. Sapateando em minha dor. Que asco, grande carrasco! Sem dó nem piedade machucou. Feriu o coração de quem tanto te amou …

lua nhug

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