Um amor que desabou ao primeiro sopro …

Quando dei de cara com ele, achei que finalmente tinha encontrado a pessoa certa. Essas sabe, que em algum momento da vida você encontra, e passa o resto da vida com ela. O meu eterno amor, sorriso, o meu eterno amigo, eterno companheiro. Que ele, ele nunca iria me machucar, não seria capaz disso Então eu confiei. Pela primeira vez depois de lutar, depois de muito medo. Mas pela primeira vez me senti a vontade. Me entreguei de verdade. Me joguei de cara. Deixei o sentimento me tomar por inteira Mas por ironia, esse tal de amor, foi o que mais me machucou. De todas as idas e vindas na estante. De todos os amores não acabados. Eu achei que era um castelo de sonhos, mas na verdade era um castelo de cartas. Que desabou, ao primeiro vento que soprou. Um amor até então eterno, feito de palavras vazias, verdades inventadas, feito de vento Sabe, eu sempre fui de sonhar com romances, histórias de amor. E ele sabia disso. Tanto que usava esses sonhos para se fazer a cara perfeito, aquele anjo maravilhoso que toda menina gostaria de ter. Aquele cara do buquê de flores e ursinho de pelúcia. Que planeja o futuro. Uma vida juntos … Ele usou, tudo que eu acreditava, para enganar, brincar de amor, fazer apaixonar. E depois, quando ele cansou da brincadeira, quando já estava entediante demais. Quando a brincadeirinha de fazer a menina se apaixonar já tinha dado certo, ele foi embora sem nenhum arrependimento, sem nenhum coração. Me deixou caída ali no chão, desesperada e tremendo de dor. Os olhos já nadavam naquele mar. E o meu corpo gritando o porquê. O porquê de tanto frieza. O porquê de tanto sentimento cheio de nada. O porque, porque tudo isso? Porque desse jeito? Qual a teu prazer em brincar com sentimentos alheios? O que eu fiz para merecer isso? É mesmo tão vazio assim a esse ponto? Era o que eu pensava   Ele ali, brincando de amar. Enquanto isso eu aqui. Sonhando, imaginando. Achando que tudo era verdade e planejando uma vida inteira ao lado dele. Achando que tinha encontrado o meu príncipe. Que boba eu, príncipes encantados não existem. Não sei porque ainda acreditei neles até hoje. Deveria ter desconfiado. Eu sei, era muito perfeito para ser verdade. Um príncipe na verdade, não deve ser um desses que chega em uma carruagem branca com um buquê na mão e me pede em casamento. Aquele que tem os mesmo sonhos, planos e lê os mesmos livros. Não. Um príncipe deve ser aquele que mesmo as vezes tão diferente. Ele quer, se esforça. Do jeito dele. Não tão perfeito e não tão conto como o dos filmes. Mas do jeito dele, ele é o mais amoroso do namorados. Carinhoso e abraço forte. E então será. Um príncipe do mesmo jeito. Mas um príncipe da vida real. Com seus defeitos, suas manias e esquisitises. Mas que é tão lindo quanto. Porque desse jeitinho assim mesmo, ele é a paz de amor. Nosso anjo protetor 

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2 comentários sobre “Um amor que desabou ao primeiro sopro …

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