Palavras não ditas …

Você nunca soube. Eu nunca te contei. Mas eu contava as horas para te ver. As horas, os minutos e os dias. Esse teu sorriso que me arrancava o maior sorriso do mundo toda vez que o via. Adorava, te ver dançar, aquele rostinho pensativo, te amar mais um pouco. Acordava feliz, cantando aos quatro ventos o meu amor por você. Baixinho, aqui só para mim, mas cantava. Me encantava, esse teu jeitinho de sonhar com a gente, com o nosso futuro. De tirar as palavras da minha boca. Eu ficava lá, não acreditando que tivesse encontrado alguém tão certo para mim. Teu amor que foi me encantando e me apaixonando de uma maneira tão súbita como se fosse aquele fogo que vai subindo e quando vê a gente já está tomada de amor. Eu vivia amor. Transbordava amor com você. Vivia em um mundo de sonhos. Com meu anjo Eu pegava aquele telefone e torcia para ver aquele escrevendo … para poder falar com você. Te ligava assim de surpresa, para poder ouvir tua voz. Que me acalmava como nenhuma outra. Inventava uma desculpa para te chamar aqui, porque eu queria te ver. A cada vez que te via passar e mexer no cabelo com aquela carinha o meu corpo gritava por correr por teus braços e te encher de beijos até chegar o outro dia. Que a cada vez que te via aqui no meu portão o mundo pulava em festa. Era uma coisa que eu nunca senti, os meus olhos brilhavam, fixavam em você e não queriam mais largar. A cada mão dada, a cada palavra da tua, a cada sorriso que me arrancava eu tinha mais certeza de que era com você que eu iria viver a minha vida inteira.  Eu sonhava, cada vez que te ouvia falar Aquele teu jeito. Esse jeito sabe misterioso. Intempestivo, provocativo. Eu nunca soube o viria de você. Talvez  era isso que me encantava tanto. A verdade é que toda vez que eu te olhava, o coração festejava. Te queria cada vez mais. Sem mais. Só te ter aqui. Sentir aquele teu toque. Fazer aquele carinho eu teus cabelos. Sentir aquele teu beijo, que me tirava desse mundo. Que me fazia voar. Sentir o teu toque. O teu corpo me puxando junto ao teu como quem diz … – Vem cá que eu te quero … Aquela mão no queixo. E aquela puxada de cabelo na nuca maravilhosa que só você provocava, só você sabia o tomVivia tudo isso sozinha. Tudo dentro de mim. Eu nunca consegui te contar o quanto te amava. Tive medo. E como se. Sabe, tava tudo tão bom. Eu tinha medo de a qualquer momento fazer alguma coisa errada e acabar com tudo. Tinha medo de te mostrar tanto amor e você sai correndo. Ir embora como tantos outros fizeram e me deixar em cacos aqui. Como tanto já fiquei. Eu tive medo. Desculpa meu amor. Eu tive medo. Mas eu te amei. Mas do que tudo, mais do que nunca eu te amei. Com todas as minhas forças eu te amei. Eu te quis mais do que tudo. Você foi meu tudo. Você foi meu sonho. Minha história tão linda, o amor da minha vida …

Desktop1

 

Anúncios

3 comentários sobre “Palavras não ditas …

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s